O custo de impressão não está só no toner e no papel. Veja onde ele aparece e sete formas de reduzir, começando por medir o que cada setor imprime.

Resposta curta: para reduzir o custo de impressão, a empresa precisa primeiro saber quanto e onde imprime. Com essa medida, dá para cortar a impressão que ninguém busca, definir regras por pessoa ou setor, ajustar a quantidade de equipamentos ao uso real e trocar compras soltas de toner e consertos por um valor mensal conhecido.
O erro mais comum é olhar só para o toner e o papel. Boa parte do custo fica escondida: o conserto que ninguém previu, a impressora parada, a folha que sai e fica esquecida na bandeja, o equipamento que quase não é usado.
| Custo | Como aparece | O que costuma passar despercebido |
|---|---|---|
| Toner e cartuchos | Compra a cada vez que acaba | A compra às pressas quando o toner acaba no meio do dia |
| Papel | Resmas compradas para o escritório | Folhas impressas que vão direto para o lixo |
| Equipamentos | Compra e troca de impressoras | Equipamentos quase sem uso ou grandes demais para o volume |
| Peças e manutenção | Consertos pagos à parte | Visitas técnicas avulsas e peças difíceis de encontrar |
| Impressora parada | Trabalho atrasado | O tempo de quem espera ou vai imprimir em outro andar |
| Impressão esquecida | Folhas que ninguém retira | Documento sigiloso exposto na bandeja |
| Energia | Conta de luz | Equipamentos ligados o dia todo sem uso |
| Descarte | Toner e equipamentos velhos | A destinação correta dos resíduos |
Sem número, não há como cortar. Um relatório mensal por setor ou centro de custo mostra quanto cada área imprime, em cor e em preto e branco, e quais equipamentos quase não são usados. Com o histórico dos últimos 13 meses, dá para ver a tendência e o efeito de cada mudança.
Na impressão por crachá, o documento vai para uma fila segura e só sai quando a pessoa encosta o crachá no equipamento. O que ninguém busca não é impresso, e documento sigiloso não fica esquecido na bandeja.
Cotas por pessoa ou por setor, preto e branco e frente e verso como padrão, cor só para quem precisa. As regras valem para todos, sem depender de cobrança no corredor.
Muitas empresas têm uma impressora por sala, comprada aos poucos. Ilhas de impressão, com menos equipamentos, mais bem distribuídos e do porte certo, reduzem suprimentos, manutenção e energia. Uma empresa do Espírito Santo atendida pela Doc reduziu o parque em mais da metade com as ilhas de impressão.
Uma impressora de mesa usada como se fosse de grande volume quebra mais e custa mais por página. Uma multifuncional de grande porte num setor que imprime pouco fica parada. O dimensionamento parte do volume medido.
Com suprimentos e manutenção incluídos no contrato, a empresa deixa de comprar toner às pressas e de pagar consertos avulsos. No aluguel de impressoras da Doc, o toner fica num estoque reserva na própria empresa, reposto pela Doc, os 17 técnicos são da própria Doc e, se um equipamento parar, entra um reserva. O gasto do mês passa a ser previsível.
Regras e relatórios ajudam, mas a mudança vem das pessoas: campanha interna (a Doc usa o mote #VamosImprimirMenos), o resultado de cada setor à vista e a digitalização do que não precisa estar em papel, como arquivos antigos e documentos que só são consultados.
Depende do ponto de partida: quantos equipamentos a empresa tem, quanto imprime e se já existe algum controle. Por isso o primeiro passo é medir. Com o volume real na mão, a conta mostra onde está o desperdício.
Sim. Mesmo com poucos equipamentos, saber quem imprime, quanto e em cor ajuda a cortar desperdício. O projeto é feito conforme o tamanho e a rotina da empresa.
Depende dos equipamentos e da rede. A Doc avalia o parque atual antes de propor.
Sim. A página colorida gasta mais suprimento do que a preto e branco. Deixar o preto e branco como padrão e liberar a cor só para quem precisa é uma das regras mais simples e de efeito mais rápido.
Ajuda quando o documento não precisa de papel: arquivos antigos, documentos consultados com frequência e processos que podem ser feitos na tela. O que precisa ser impresso continua sendo, com regras e controle.
Quer saber onde está o custo de impressão da sua empresa? Fale com o comercial da Doc: um consultor levanta o parque e o volume e mostra o que dá para reduzir. Falar com o comercial ou ligue (27) 2441-0800.
O custo de impressão não está só no toner e no papel. Veja onde ele aparece e sete formas de reduzir, começando por medir o que cada setor imprime.

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Resposta curta: para reduzir o custo de impressão, a empresa precisa primeiro saber quanto e onde imprime. Com essa medida, dá para cortar a impressão que ninguém busca, definir regras por pessoa ou setor, ajustar a quantidade de equipamentos ao uso real e trocar compras soltas de toner e consertos por um valor mensal conhecido.
O erro mais comum é olhar só para o toner e o papel. Boa parte do custo fica escondida: o conserto que ninguém previu, a impressora parada, a folha que sai e fica esquecida na bandeja, o equipamento que quase não é usado.
| Custo | Como aparece | O que costuma passar despercebido |
|---|---|---|
| Toner e cartuchos | Compra a cada vez que acaba | A compra às pressas quando o toner acaba no meio do dia |
| Papel | Resmas compradas para o escritório | Folhas impressas que vão direto para o lixo |
| Equipamentos | Compra e troca de impressoras | Equipamentos quase sem uso ou grandes demais para o volume |
| Peças e manutenção | Consertos pagos à parte | Visitas técnicas avulsas e peças difíceis de encontrar |
| Impressora parada | Trabalho atrasado | O tempo de quem espera ou vai imprimir em outro andar |
| Impressão esquecida | Folhas que ninguém retira | Documento sigiloso exposto na bandeja |
| Energia | Conta de luz | Equipamentos ligados o dia todo sem uso |
| Descarte | Toner e equipamentos velhos | A destinação correta dos resíduos |
Sem número, não há como cortar. Um relatório mensal por setor ou centro de custo mostra quanto cada área imprime, em cor e em preto e branco, e quais equipamentos quase não são usados. Com o histórico dos últimos 13 meses, dá para ver a tendência e o efeito de cada mudança.
Na impressão por crachá, o documento vai para uma fila segura e só sai quando a pessoa encosta o crachá no equipamento. O que ninguém busca não é impresso, e documento sigiloso não fica esquecido na bandeja.
Cotas por pessoa ou por setor, preto e branco e frente e verso como padrão, cor só para quem precisa. As regras valem para todos, sem depender de cobrança no corredor.
Muitas empresas têm uma impressora por sala, comprada aos poucos. Ilhas de impressão, com menos equipamentos, mais bem distribuídos e do porte certo, reduzem suprimentos, manutenção e energia. Uma empresa do Espírito Santo atendida pela Doc reduziu o parque em mais da metade com as ilhas de impressão.
Uma impressora de mesa usada como se fosse de grande volume quebra mais e custa mais por página. Uma multifuncional de grande porte num setor que imprime pouco fica parada. O dimensionamento parte do volume medido.
Com suprimentos e manutenção incluídos no contrato, a empresa deixa de comprar toner às pressas e de pagar consertos avulsos. No aluguel de impressoras da Doc, o toner fica num estoque reserva na própria empresa, reposto pela Doc, os 17 técnicos são da própria Doc e, se um equipamento parar, entra um reserva. O gasto do mês passa a ser previsível.
Regras e relatórios ajudam, mas a mudança vem das pessoas: campanha interna (a Doc usa o mote #VamosImprimirMenos), o resultado de cada setor à vista e a digitalização do que não precisa estar em papel, como arquivos antigos e documentos que só são consultados.
Depende do ponto de partida: quantos equipamentos a empresa tem, quanto imprime e se já existe algum controle. Por isso o primeiro passo é medir. Com o volume real na mão, a conta mostra onde está o desperdício.
Sim. Mesmo com poucos equipamentos, saber quem imprime, quanto e em cor ajuda a cortar desperdício. O projeto é feito conforme o tamanho e a rotina da empresa.
Depende dos equipamentos e da rede. A Doc avalia o parque atual antes de propor.
Sim. A página colorida gasta mais suprimento do que a preto e branco. Deixar o preto e branco como padrão e liberar a cor só para quem precisa é uma das regras mais simples e de efeito mais rápido.
Ajuda quando o documento não precisa de papel: arquivos antigos, documentos consultados com frequência e processos que podem ser feitos na tela. O que precisa ser impresso continua sendo, com regras e controle.
Quer saber onde está o custo de impressão da sua empresa? Fale com o comercial da Doc: um consultor levanta o parque e o volume e mostra o que dá para reduzir. Falar com o comercial ou ligue (27) 2441-0800.